O GOVERNO DAS MENTIRAS E O PARLAMENTO DO NOSSO DESCONTENTAMENTO

Estamos a ser governados por um bando de trapaceiros, não há excepções no elenco. Afinam todos pelo mesmo diapasão. Vivemos subjugados por uma súcia a quem mandatamos para organizar e gerir os nossos destinos e acabamos tramados. Sofremos sempre a humilhação de sermos espezinhados pelas mais variadas formas. A promessa, a mentira e a burla são as características dominantes desta gente. Ah, e a concertação, são mestres nesta arte, quando parecem estar na mais encarniçada batalha entre eles, mal vislumbram uma conjugação de interesses, um objectivo comum, a bandeira branca é içada e logo a harmonia reina entre os anjos, todas as cores políticas se desvanecem, acaba a crise perante o interesse “comum”. Hoje a cena repetiu-se. Cortam-se feridas, não há pontes para ninguém, decretou o Governo aos seus vassalos. Mas OS DEPUTADOS TÊM TOLERÂNCIA DE PONTO DESDE ESTA TARDE.
“Por sugestão da presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves” *Sol*
“O Governo avisou há três semanas que não iria haver qualquer tolerância de ponto, uma decisão que só foi contrariada pelo Governo Regional da Madeira. Alberto João Jardim. Aliás, já tinha feito o mesmo no Carnaval.” * Sol*
Crápulas, digo eu.

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As famílias detentoras das ganadarias e os empresários dos “Espectáculos Touromáticos”, recebem do Estado 10 milhões de euros por ano!

A fazer fé num mail, isto a ser verdade é de por os cabelos em pé! È a loucura total. O Estado, nós, a dar dinheiro, subsídios (?) a estas famílias abastadas e abastardadas para massacrarem animais nas arenas quando o que pedimos é que terminem com essa monstruosidade dos tempos da barbárie? A mansidão dos inocentes touros, que são alheios a esta aberração e, por triste ironia, as suas vítimas directas, compreende-se, mas nós, seres pensantes, além de mansos para com estas atrocidades estaremos ao mesmo nível da inteligência dos touros? Como é possível pagarmos 10 milhões de euros por ano para manter um espectáculo que nos compara aos piores tempos que a humanidade já viveu no seu percurso histórico mais recente, quando o que pretendemos é acabar com ele?     

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“Feios, velhos e gordos”

Foi burlesco o modo como esta “notável iminência” se remexia quando estava a par com as restantes “figuras ilustres dos negócios” que se encontravam presentes no acto protocolar da assinatura da compra das acções do representante chinês da EDP. Ele, Eduardo Catroga, ajeitava a gravata, metia as mãos nos bolsos, retirava as mãos dos bolsos para esfregar as bochechas, piscava os olhos, abria a boca a bocejar não como quem tem sono ou está enfadado mas como quem está inquieto, ansioso e procura disfarçar, com os olhos a revirar para todos os lados tipo camaleão, como quem disfarça algo, e voltava a repetir tudo. Nunca sossegou. Estava extremamente inquieto, parecia um peixe fora de água. Agora percebo o porquê, as expectativas do ser ou não ser…o chairman, pois, eis a questão! O homem está a fazer 70 anos neste 2012! Tantos licenciados ainda sem vícios, sem tachos, sem partidos. Continuamos na mesma senda, assim não se pode acreditar em qualquer perspectiva de abertura, de saída da podridão. São sempre os mesmos,” feios, velhos e gordos”, neste caso não é figurado. O homem não é dos que atrai mas sim dos que provoca uma certa repelência. O seu olhar untuoso e de um vidrado gelatinoso provoca náusea.

Já não há paciência para suportar tanto escândalo grosseiro.

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O Governo do nosso descontentamento

Os nossos governantes querem afastar-se, distinguir-se, dos da Grécia, mas os factos provam que estão a mentir, e um Governo mentiroso não merece o respeito dos governados. Mentem para aplicarem as suas políticas ao serviço dos que os colocaram no poder, os “CUNHAS”. Os CUNHAS são uma “família” elitista, obscura, que todos conhecem mas ao mesmo tempo ninguém sabe quem são, excepto os que beneficiam dos seus favores. Este Governo, como outros anteriores, foi eleito por um partido, no caso presente, dois partidos. O povo vota nos partidos que colocam as suas listas a sufrágio, não olha para os nomes que estão nas listas, mas se olhasse nada mudava. Os nomes colocados nas listas foram alvo de um escrutínio muito disputado, é nesse tempo que se agitam as águas, que a luta é acesa, que se joga o futuro dos que poderão aspirar a ter uma “carreira”, é o tempo dos CUNHAS exercerem a sua influência para que os “carreiristas” ao instalarem-se no poder iniciarem as contrapartidas. Aqui, como na Grécia, como na Itália e em muitos outros lugares do mundo, os princípios são iguais. No México, o sistema é mais “transparente”, a acreditar no que me disse um mexicano bem informado, um cicerone: dedocracia. Quando chega a hora da mudança no puder, quem o detém aponta o dedo e o seu sucessor está “eleito”.
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O PROFESSOR “PSD”

“Os grupos económicos têm o seu espaço de manobra definido pelo poder político”, diz o Professor.

E não só o poder económico, também uns tantos comentadores de órgãos de comunicação social e isso o Sr. Professor Marcelo não diz, mas ele próprio faz parte deste jogo em que já entrou algumas vezes e sempre perdeu, uma das quais de “cabeça”, fazendo uma triste figura quando se candidatou ao Município de Lisboa e entendeu, numa campanha mal sucedida, lançar-se ás aguas do tejo para provar, segundo as suas palavras, que estas não estavam poluídas, já era o seu lado histriónico a manifesta-se. Foi um espectáculo deprimente para ele e os apoiantes da sua candidatura, e hilariante para todos os que não tinham nada a ver com esse “evento”.
Os seus comentários domingueiros, tendo como entrevistador um profissional que já foi director de informação do canal onde, a seu pedido, se desloca do Porto só para lhe fazer as perguntas preconcebidas, já é um privilégio bizarro, mas a estação é privada e se aceita o capricho do Professor Marcelo, está no seu direito. Antes de estar na televisão, há uns aninhos atrás, já tinha na rádio um programa semelhante. Havia um interlocutor que lhe fazia umas perguntas sobre determinadas figuras ligadas a acontecimentos da semana e ele comentava e classificava com pontuação de 1 a 10.
Esta sua propensão para a análise/crítica aos políticos só por si, não é censurável, é uma escolha sua. O que não é razoável é julgar em causa própria, isto é, está metido no meio da onda e toma partido. A sua verborreia semanal também não condiz muito bem com a sua posição de concelheiro de Estado.

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CONDENADO EM NOME DA LEI, ESQUECIDO PELA JUSTIÇA.

Sobre o Sr. Isaltino, o condenado em nome da lei e “esquecido” em nome da mesma…neste entra não entra para a cadeia, uma situação que só não nos deixa perplexos porque andamos arrasados com leis e mais leis que o governo manda para a assembleia da república e esta limita-se a confirmar todas com elogios, que nos esquecemos que o dito cujo existe. São a lei das rendas, a lei do trabalhado, a regulação do sector energético, etc., que deixa os trabalhadores por conta de outrem, os comerciantes e em geral, todos nós contribuintes ensimesmados, muito apreensivos com a nossa própria vida. Mas voltemos ao Sr. Isaltino: Ouviram os comentários de quem o elegeu?, o povo de Oeiras? Os Portugueses têm os políticos (uma boa parte deles, como ladrões) que merecem ter, porque os escolhem, sabe-se lá porquê (masoquismo, ignorância, falta de opções), o voto em branco, como dizia Saramago no seu livro, não é solução, porque os mesmos seriam eleitos, embora com menor número de votos. Mesmo depois de condenados por roubo, branqueamento de capitais e tudo o que se possa imaginar, continuariam a ser defendidos( não estou a pensar em advogados e os seus famigerados recursos) pelo povo que os elege como se fossem pessoas íntegras, até puras como as virgens. A prisão e o esbanjar do dinheiro de todos nós em tarefas como o andar um polícia com um papelinho com um nome á procura duma morada incerta dum sem abrigo que cometeu o crime de roubar meio queijo e umas bolachas ou um polvo numa grande superfície, com juízes as voltas com esse processo que não tem fim porque o sem abrigo morreu no anonimato, isto é kafkiano! Eles, os ladrões, que estão a coberto da política, podem continuar a gozar o produto das suas fraudes nas ilhas tropicais e a investir o produto dos roubos que vão fazendo neste país de magistrados “fortes para os fracos e fracos para os fortes” (Marinhos Pintos precisam-se para a política).  

Esta casta tenebrosa, ávida por riqueza como as sanguessugas por sangue vai levar a todos a uma anemia geral.

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Que políticos ! Que política!

Gestores incompetentes e oportunistas, chegam a esses lugares por um único meio, fazendo carreira num partido político subindo degrau a degrau, mas se for com padrinho influente o acesso é mais acessível, e assim chegam ao topo da hierarquia pelo elevador. Daí a estarem a dirigir o destino do País é apenas um passo. Desta vez foi uma fornada dos mais novos com alguns “independentes” que não protelarão por muito tempo a adesão aos partidos que os convidaram. É quase sempre assim. Neste lote de Ministros temos dois forasteiros. Um vindo da Alemanha e outro que chegou do Canadá há um ano para vir dar aulas. São apologistas da liberalização da economia, como é timbre dos países de onde vêm. Os economistas mais ortodoxos da nossa praça são muito menos rigorosos na liberalização do sistema económico quando comparados com estes “convidados estrangeiros”, passe a ironia, mas é verdade que as suas vidas estão assentes nesses países.
As portas para as empresas públicas a privatizar estão abertas. Os boys estão sequiosos por “engordar” as suas contas bancárias e preparar já os atalhos para os seus descendentes, ascendentes e “amigos”, sejam nacionais ou estrangeiros. “Gordura” é o termo que lhes é muito caro como pretexto para exaurir o Estado de tudo que é lucrativo, deixando este país o mais “seco” em benefício do capital estrangeiro que se preprara para arrecadar tudo o que for interessante para monopolizar. Esta é a política que estes senhores estão a apresentar no Parlamento, mas não só. Estão a ir mais longe nos seus objectivos: ir directamente ao bolso dos contribuintes começando já por lhes cortar parte de um mês que tem muito impacto na vida dos cidadãos e na economia do país, o subsidio de Natal. Mas são “condescendentes”, quem ganhar menos de 475€ não sofre o corte! Estes senhores ministros deviam ser condenados a viver um ano com esta verba mas com todas as suas consequências relativas: renda de casa, despesa familiar incluída como alimentação, saúde, vestuário, água, luz, etc., e as “sobras seriam para o carro, iate, combustível, viagens, vida social e afins.
Eles dizem, “o governo escolheu o caminho mais difícil”. Mais difícil para quem? Para os que já estão com os cofres bem recheados? Não, esses vão continuar a “engordar”, (como eles gostam das consequências desta palavra) à custa dos que sobrevivem. Com este governo o país vai ficar mais pobre e até podemos morrer a sede. Tudo o que for mais valia vai ser vendido.
Vamos em frente que a hora é de insistir no aperto do cinto. Até quando? Estaremos à beira de uma Nova Ordem Político/Económico/Social? Venha ela, sem subterfúgios.

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