“Feios, velhos e gordos”


Foi burlesco o modo como esta “notável iminência” se remexia quando estava a par com as restantes “figuras ilustres dos negócios” que se encontravam presentes no acto protocolar da assinatura da compra das acções do representante chinês da EDP. Ele, Eduardo Catroga, ajeitava a gravata, metia as mãos nos bolsos, retirava as mãos dos bolsos para esfregar as bochechas, piscava os olhos, abria a boca a bocejar não como quem tem sono ou está enfadado mas como quem está inquieto, ansioso e procura disfarçar, com os olhos a revirar para todos os lados tipo camaleão, como quem disfarça algo, e voltava a repetir tudo. Nunca sossegou. Estava extremamente inquieto, parecia um peixe fora de água. Agora percebo o porquê, as expectativas do ser ou não ser…o chairman, pois, eis a questão! O homem está a fazer 70 anos neste 2012! Tantos licenciados ainda sem vícios, sem tachos, sem partidos. Continuamos na mesma senda, assim não se pode acreditar em qualquer perspectiva de abertura, de saída da podridão. São sempre os mesmos,” feios, velhos e gordos”, neste caso não é figurado. O homem não é dos que atrai mas sim dos que provoca uma certa repelência. O seu olhar untuoso e de um vidrado gelatinoso provoca náusea.

Já não há paciência para suportar tanto escândalo grosseiro.

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Sobre antonilourenco

Gosto: ler; cinema; blogs; futebol; outros desportos; viagens; de viver.
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