A CRISE ECONÓMICO-FINANCEIRA


 
 

Eu não sei nada de “Letras” nem de Economia e finanças, mas percebo estas “tretas”. Isto é: já todos sobem como nasceu a crise em 2008 e como os abutres a estão a explorar para que a pilhagem vá durando. 

Politicamente, desde o 25 de Abril nunca faltei com a indicação de quem quero para governar. Não sou das estremas nem do centro. Nem sempre me tenho sentido bem com o meu desígnio, mas sou fiel à minha ideologia. O que eu quero referir relativamente à crise, que é SÉRIA E RUINOSA para muita gente, é deixar um link para o Economista que aparece com um olho aberto e o outro meio fechado e só destila azedume, e para o que mandou penhorar uma casa de banho como se a m…. seja uma mais valia, se calhar para ele é, e muitos outros que vão ganhando bem com a própria CRISE. E aqui está o que eu gostaria que eles entendessem:

 

 

A Crise segundo Albert Einstein

 

 “Não pretendemos que as coisas mudem, se sempre fazemos o mesmo.

 A crise é a melhor bênção que pode ocorrer com as pessoas e países,

 porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia,

como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem as invenções,

os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem superar a crise,

supera-se a si mesmo sem ficar “superado”.

Quem atribui à crise fracassos e penúrias, violenta o seu próprio talento

e respeita mais aos problemas do que às soluções. A verdadeira crise, é

a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a

esperança de encontrar as saídas e soluções fáceis. Sem crise não há

desafios, sem desafios, a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crise

não há mérito. É na crise que se aflora o melhor de cada um. Falar de

crise é promovê-la, e calar-se sobre ela é exaltar o conformismo. Em

vez disso, trabalhemos duro. “Acabemos de uma vez com a única crise

ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la”.

 

—VIVA  ALBERT EINSTEIN,  que não era economista!

 

 

Mas, como Albert Einstein já faleceu em 1955, vou deixar um texto de um Homem do nosso tempo, ainda jovem, com uma posição de relevo numa grande multinacional da área da informática , que ao falar da CRISE disse o seguinte:

 

"Ensinar a Esperança"

por Carlos Lacerda

Quando se pergunta num debate televisivo (como vimos há alguns dias): “E se agora houver uma crise o que é que pode acontecer a Portugal?”, é como dizer-se a um doente que acabou de curar a pneumonia “bem, agora se você tiver um cancro está muito mais defendido para o enfrentar!”

Quem estudou economia recorda-se dum “cadeirão” (para alguns de má memória…) chamado Econometria, ou Métodos Econométricos. O tema principal desta disciplina é métodos de previsão económica baseados em modelos matemáticos e estatísticos.·
Para os leigos: a partir dos dados históricos duma Economia referentes a determinado período os investigadores de econometria constroem “fórmulas” que relacionam estes dados de tal maneira que conhecendo-se alguns (as “variáveis independentes”) e combinando-os matematicamente, se obtém o valor dum outro a chamada “variável dependente”

A grande virtude desta ciência é que quando é descoberta a “fórmula” que explica o comportamento duma economia no passado (por exemplo: o crescimento do PIB dos últimos 10 anos, co-relacionado com a taxa natalidade, os dias de inactividade, o consumo de combustíveis e a pluviosidade agrícola, para darmos um exemplo “criativo…”) então teoricamente é possível fazer previsões sobre a economia no futuro, desde que conheçamos ou projectemos os valores das variáveis independentes que entram na “fórmula” É nestes métodos que se baseiam as previsões económicas que saem nos jornais: as do Banco de Portugal, da OCDE, ou da Comissão Europeia, enfim, números mágicos que de quando em vez dão acesas discussões de vírgulas entre políticos ou servem de mote para se espraiarem certos “comentadores”…que grande parte das vezes não passam disso!·


Quem conhece de previsão macroeconómica sabe que uma das variáveis que entra na tal “fórmula”mágica dos modelos de previsão tem a ver com a esperança, traduzida em índices estatísticos chamados “indicadores de confiança”.


Ou seja: está provado matemática e cientificamente que o crescimento duma economia, o ganho em bem estar social, o rendimento disponível das famílias, o êxito das Empresas, está fortemente dependente duma variável que se chama
“confiança” que corresponde à esperança que as pessoas e os agentes depositam no Futuro. E podem até ser muito bons os outros componentes da “fórmula”(a taxa de escolaridade, a cobertura social, os consumos de cimento, as taxas de exportação, etc), mas todo o desempenho duma Economia pode ser fortemente comprometido se não houver “confiança”, que o mesmo é dizer se não houver “esperança”.

Nos últimos meses assistimos a uma tendência mórbida dos media (com destaque para a televisão) apostada em matar a esperança dos Portugueses.

Os telejornais duram hora e meia desfiam rosários de desgraça, de hospitais, de seguranças baleados, de cheias, terramotos e estropiados, de famílias em barracas, de crianças desaparecidas, assaltos a bancos e gasolineiras e as piores “previsões” económicas, hiperbolizando a subida duma décima no desemprego e ignorando um crescimento de 2% no PIB ou de 23% no investimento em obras públicas.
Chega-se ao cúmulo de fazer notícias de “acontecimentos” económicos que ainda não aconteceram e que muitas vezes são a mais remota das hipóteses. A subida da taxa do BCE, a possível recessão nos EUA ou em Espanha, o petróleo a 120 dólares, enfim um rol de disparates, (quando se sabe que com a desvalorização do dólar, o crude custa aos europeus exactamente o mesmo do que há um ano!)

Quando se pergunta num debate televisivo (como vimos há alguns dias): “E se agora houver uma crise o que é que pode acontecer a Portugal?”, é como dizer-se a um doente que acabou de curar a pneumonia “bem, agora se você tiver um cancro está muito mais defendido para o enfrentar!” Grande apoio ao doente!

O comportamento mediático é patológico, doentio! Há uma tendência de auto-flagelação e de masoquismo que roça a insanidade mental! Portugal precisa urgentemente de autoconfiança!
Que transmitamos serenidade e esperança às pessoas, factor essencial para se construir a recuperação económica e o bem-estar social que o país precisa.·
Os economistas também têm livros de cabeceira: recomendo vivamente “A Esperança” de Francesco Alberoni. Actual, positivo, imprescindível.
Devia ser livro adoptado no Secundário! É aí que se começa a construir a Esperança dum Povo!

 

Esta peça está desactualizada, fora do actual contexto, mas ele já parecia prever que o futuro ia ser negro porque as mentes dos nossos Economistas, Economistas-dos-telejornais,  Agentes- económicos, Empresários-burlões, estava muita escura e não havia LUZ capaz de as iluminar e a  CRISE agora é mesmo séria porque andam por aí uns LADRÕES MULTI-NACIONALISTAS, sem qualquer controlo, a assaltar o €uro e o €uro não é só português mas, porque Portugal e mais meia dúzia de Países são mais fraquinhos têm menos defesas e são os primeiros a ser esfolados, é como se tivessem o HIV, com a mais pequena infecção ficam infestados de CANCROS.   

 

 

 

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Sobre antonilourenco

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