MEMORIAL PINK FLOYD


 
                                                            

Pink  Floyd                                                                    

Não há palavras para descrever o que sinto pelo desaparecimento natural desta banda. Devia ser eterna como os Deuses. Mas até os Deuses só são eternos porque  são mitos ligados ao homem primitivo e essa necessidade de haver um Salvador como um escudo protector contra os medos do desconhecido: a doença, a morte, as forças adversas que a natureza inflige e põe o homem  em circunstancias como a formiga perante o Tamanduá,  conhecido como “papa-formigas”, foi-se perpetuando num medo hereditário nas suas sucessivas gerações até aos dias de hoje, e assim vai sendo …Mas para mim os Deuses são todos aqueles que me tocam na alma e me enchem o coração de alegria enquanto vivos e ma dilaceram quando partem para a mesma Natureza que os concebeu. 

 

1ª. PARTE—*** Pink Floyd, tempo SYD BARRETT

Pink Floyd é uma banda de rock inglesa do século XX famosa pelas suas composições de rock clássico harmónico, pelo seu estilo progressivo e pelos espectáculos ao vivo extremamente elaborados. A origem do nome “Pink Floyd” deve-se à admiração do fundador Syd Barrett pela arte dos músicos Pink Anderson e Floyd Council (cantores de blues oriundos dos EUA). **** Liderada pelo lendário mas fugaz cantor e compositor Syd Barrett, o grupo tinha um modesto sucesso na segunda metade da década de 1960, produzindo rock psicadélico. Mas o comportamento errático de Barrett, consumo de drogas psicotrópicas (especialmente LSD), a sua apresentação nos concertos tornava-se mais e mais imprevisível e o seu comportamento geral um estorvo para o sucesso da banda e forçou os seus colegas a afasta-lo no final dos anos 60 e substituí-lo pelo guitarrista e cantor David Gilmour que tinha ajudado Syd Barrett a tocar guitarra quando estudavam no mesmo colégio. ****

2ª. PARTE—*** Pink Floyd, tempo ROGER WATERS

Após a saída de Syd Barrett, Roger Waters definiu a direcção artística da banda, levando os Pink Floyd para o centro das atenções, produzindo uma série de álbuns que continuam entre os mais aclamados pela crítica e dos mais vendidos de todos os tempos. A relação de Waters com Gilmour foi-se tornando tensa nos finais dos anos 70, à medida que Waters ia exercendo cada vez mais o controle criativo sobre o grupo. A última colaboração Waters/Gilmour, The Final Cut de 1983 foi creditada como sendo um trabalho de Waters, com música tocada pelos Pink Floyd. ****Waters deixou a banda e o desacordo sobre a intenção de Gilmour continuar a usar o nome dos Pink Floyd levou-os à barra do tribunal. Waters argumentava que tendo a banda sido criada por ele, Syd Barrett, Nick Mason, e Richard Wright, não havia razão para o grupo continuar a se chamar Pink Floyd, devido ao facto de contar apenas com um dos elementos originais, (Wright havia deixado a banda antes da gravação de The Final Cut). Roger Waters foi considerado o 22º melhor baixista do Milénio, numa lista divulgada pela revista Guitar, há poucos anos.

3ª. PARTE ***—Pink Floyd, tempo  DAVID  GILMOUR—***

David Gilmour conheceu Syd Barrett quando frequentava o Colégio de Artes e Tecnologia de Cambridge. O seu primeiro grupo chamava-se Joker’s Wild formado em 1963. A banda mudou o seu nome para Flowers em 1967, e acabou nesse mesmo ano e Gilmour formou os Bullitt. Com a decadência de Syd Barrett foi convidado para se juntar aos Pink Floyd em Janeiro do ano seguinte. Syd Barrett saiu do grupo alguns meses mais tarde e ele então assumiu o papel de guitarrista principal. Roger Waters deixou o grupo em 1985 assumindo que sem ele os Pink Floyd se desmembrariam. Em vez disso, David Gilmour assumiu por completo o controle da banda e criou  “A momentary lapse of reason” e diz o seguinte:–“Eu tinha um sem número de problemas com a direcção da banda no passado recente, antes de Roger sair. Eu achava que as músicas tinham muitas palavras, e que devido ao significado dessas palavras serem tão importantes, a música tinha-se tornado um mero veículo para as letras, o que não era muito inspirador…”The dark side of the moon e Wish you were here” tiveram um enorme sucesso, não apenas devido à contribuição de Roger, mas também porque havia um equilíbrio maior entre a música e as palavras do que em álbuns mais recentes. É isso que estou a tentar fazer em “A momentary lapse of reason” mais focado na música, restaurar o equilíbrio.”

E os anos passaram e muitos êxitos para os Pink Floyd.

 

 

Em 1986, Gilmour comprou o barco Astoria que está ancorado no Rio Tâmisa perto de Hampton Court, e transformou-o num estúdio de gravação. Os dois mais recentes álbuns de Pink Floyd, assim como Gilmour 2006 a solo On an Island, Foram gravadas lá.

Em 2 de Julho de 2005, Gilmour tocou com Pink Floyd – incluindo Roger Waters – na Live 8. O desempenho temporário conseguiu um aumento de 1343% nas vendas do álbum do Pink Floyd Echoes: The Best of Pink Floyd. Gilmour doou todos os seus lucros resultantes para instituições de caridade que reflectem os objectivos do Live 8, dizendo:

  

 

O objectivo principal foi consciencializar e fazer pressão sobre os líderes G8, não foi lucrar com o concerto. Este é o dinheiro que deveria ser usado para salvar vidas.  O segundo foi por fim a  uma relação desconfortável entre Roger e eu próprio que estava pesando no meu coração. Foi por isso que quisemos tocar novamente juntos e deixar o lixo para trás.

 

 

 

                      http://www.youtube-nocookie.com/v/p3FL0Tezc6A&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&hd=1

Após o concerto Live 8, foram oferecidos 150 milhões de libras aos Pink Floyd para uma turnê nos Estados Unidos, mas a banda recusou a oferta.

Em 3 de Fevereiro de 2006, Gilmour anunciou numa entrevista ao jornal italiano La Repubblica que os Pink Floyd tinham terminado a sua história nos palcos:


Acho que já basta. Tenho 60 anos de idade. Eu não tenho vontade de trabalhar com tanta frequência. Pink Floyd foi uma parte importante na minha vida, tive um momento maravilhoso, mas está acabado. Para mim é muito menos complicado trabalhar sozinho.


  

Dezembro de 2006, Gilmour lançou um tributo a Syd Barrett, que morreu em Julho daquele ano, sob a forma de sua própria versão do Pink Floyd do primeiro single, “Arnold Layne”. Gravado ao vivo no Royal Albert Hall de Londres, o CD single featured versões da canção executada pelo teclista e membro da banda de Gilmour) Richard Wright e artista convidado especial David Bowie. O single entrou para o UK Top 75 paradas em décimo nono e manteve-se estável durante três semanas.

 Com a morte do teclista do Pink Floyd Richard Wright em Setembro de 2008, uma outra reunião dos membros do núcleo tornou-se impossível. Gilmour disse de Wright: “Na confusão de discussões sobre quem ou o que era Pink Floyd, a enorme contribuição de Rick era frequentemente esquecida. Ele era suave, modesto e reservado, mas sua voz cheia de sentimento e o seu tocar eram vitais, componentes mágicos do nosso mais reconhecido Pink Floyd.

                 http://www.youtube-nocookie.com/v/p_uCO9wOVGE&hl=pt_BR&fs=1&rel=0&hd=1  

“Like Rick, eu tenho dificuldade em expressar meus sentimentos em palavras, mas eu amava-o muito e sentirei tremendamente a sua falta.”

Já não há mais PINK FLOYD ao VIVO. Fica a nostalgia de quem, como eu, os continuará a ouvir…mas também uma tristeza imensa saber que aquele palco gigantesco, com todas as cores do arco-íris a vibrar ao som daqueles inesquecíveis acordes, jamais aparecerá com aquelas lendas.

Aqui Ficam algumas:

 

 

 

            http://www.youtube-nocookie.com/v/vyqgjCKm9nQ&hl=pt_PT&fs=1&rel=0

   

 

 

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Sobre antonilourenco

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2 respostas a MEMORIAL PINK FLOYD

  1. MORTE diz:

    Estou a ouvir neste momento!……Sem palavras!Até sempre.

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